sexta-feira, 11 de junho de 2010

Uma curta história

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Na quarta-feira, fui esperar I. ao trabalho, almoçámos juntxs. Um bife aux champignons (deva-se dizer que 3 bocadinhos de cogumelo talvez não sejam suficientes para fazer merecer o nome, mas pronto).

Passámos a tarde juntxs. Umas horas depois, já em casa, chegou S., que foi tomar banho depois de um aturado dia de trabalho. Entretanto, I. pôs-se a fazer um jantar delicioso, e eu ajudei (adoro cozinhar, mas desta vez I. queria mostrar um ar de sua graça culinária)*.

Entre sobremesa, café, filmes e animação japonesa, fomo-nos deitar tarde. E se o sono era muito, a vontade de galhofa era ainda maior, e só umas três horas depois é que conseguimos adormecer. Já me doía a garganta de tanto rir, mas são acidentes da vida, vá...

Dia seguinte (tecnicamente, o mesmo dia, não é?), e às dez da manhã já me estou a levantar para fazer o pequeno-almoço para toda a gente. Vestimo-nos e saímos para ir ao cinema, com mais gente.

E por aí em diante, poderia continuar... Claro que nem sempre corre tudo bem. Claro que nem sempre é fácil lidar com tudo o que acontece. Mas são estes pequenos momentos da minha vida que me fazem perceber que a pergunta "Mas será que o poliamor é possível?" não faz sentido nenhum.




[*NOTA: Estou mesmo a ver que esta vai ser uma das grandes confusões poly da minha vida: mas afinal quem é que cozinha? Ou, antes, afinal quem é que é deixado de fora da tarefa de cozinhar, porque é quase à moda de "sete-cães-a-um-osso".]

1 comentário:

Jorge disse...

Bonito!!! :-)