segunda-feira, 14 de Abril de 2014

Poliamor no Jornal de Notícias

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Saiu hoje uma notícia no Jornal de Notícias sobre poliamor, na sequência da Tertúlia feita em Braga! Cliquem na imagem para ler!


quinta-feira, 10 de Abril de 2014

Tertúlia "Poliamor e o questionamento da mononormatividade" - gravação e notícias

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A tertúlia anunciada há uns dias pode agora ser escutada por quem não pôde ir - ou, pelo menos, as intervenções iniciais - através deste link!

A tertúlia foi mencionada também na Rádio Universitária do Minho e, como podem ver abaixo, no Jornal Académico de Braga e no Jornal de Notícias!

Jornal Académico - 10 de Abril 2014

Jornal de Notícias - 14 de Abril 2014

sábado, 5 de Abril de 2014

Mural da Liberdade - SIC/Expresso e poliamor

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No contexto da comemoração dos 40 anos do 25 de Abril, a SIC e o Expresso fizeram uma série de reportagens sobre liberdade, onde também se fala de poliamor.
Ficam aqui os materiais publicados.


Mural da Liberdade no Jornal da Noite (teaser) - SIC
Um caso de poliamor no Mural da Liberdade - peça completa - SIC

Oito histórias que vão mexer consigo - Expresso
Vídeo de apresentação de Daniel Cardoso em que se fala de poliamor - Expresso

Artigo no Expresso:




sexta-feira, 4 de Abril de 2014

Tertúlia "Poliamor e o questionamento da mononormatividade"

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No âmbito da preparação da II Marcha pelos Direitos LGBT, o coletivo Braga Fora do Armário organiza a tertúlia “Poliamor e o questionamento da mononormatividade”, que decorrerá no próximo dia 9 de abril, às 21h30, no Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, em Braga.

O evento visa promover a reflexão crítica sobre o poliamor e a desconstrução do sistema relacional mononormativo. 

A iniciativa contará com a participação de Ana C. Pires, jornalista freelancer e poliamorosa, Daniel Cardoso, ativista do PolyPortugal, e Inês Rôlo, ativista do PolyPortugal e do Clube Safo.
Dirigido ao público em geral, o evento será moderado por Catarina Dias, ativista do Braga Fora do Armário.

A entrada é livre. EVENTO NO FACEBOOK.

Por favor partilhem o evento, inscrevam-se e passem palavra!

quinta-feira, 3 de Abril de 2014

PolyPortugal em "Queridas Manhãs" - SIC

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O PolyPortugal esteve hoje representado pela Fátima Marques no programa "Queridas Manhãs", da SIC. Vídeo já disponível, basta clicar na imagem abaixo!



A quem tiver televisão por cabo, o programa pode ser visto de novo, e a Fátima surge na segunda parte do programa.

quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2014

Poliamor no Correio da Manhã

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Hoje, dia 19 de Fevereiro de 2014, saiu mais um artigo sobre poliamor na imprensa portuguesa. Desta feita, foi no Correio da Manhã! Leiam abaixo.

segunda-feira, 13 de Janeiro de 2014

Quintino Aires e a má imprensa portuguesa

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A má imprensa volta a atacar em Portugal, e novamente com o Quintino Aires a reboque (está a tornar-se tradição!).

Desta feita, foi um artigo na Saber Viver assinado por Sofia Cardoso, disponível aqui. Lá também se fala de poliamor, mas dá-se a questão a comentar ao já conhecido polifóbico, não-especialista (e agora em sarilhos com a Ordem dos Psicólogos), Quintino Aires.

Tenham cuidado quando abrirem o artigo, porque a presença de lugares comuns sobre falta de capacidade de compromisso, imaturidade psicológica e emocional e outros disparates afins poderão causar dores de cabeça, especialmente quando comparados com a investigação que existe e que deita por terra todas essas supostas asserções.

Lamentamos também que a imprensa nacional (não interessa se “light” ou não, “cor-de-rosa” ou não) tenha perdido em grande medida o amor à existência do contraditório e da pluralidade de visões, preferindo recorrer ao discurso do “especialista” (seja ele qual for) sem se questionar sobre as habilitações do mesmo, a sua credibilidade, formação específica ou mesmo sem fazer notar que nem todos os especialistas (mesmo quando o são) concordarão inevitavelmente em tudo o que dizem.

Lamentamos também que a jornalista Sofia Cardoso, apesar de ter sido contactada por várias pessoas do PolyPortugal dispostas a falar sobre poliamor (e algumas até com investigação sobre o assunto), tenha entrado num processo de aparente autismo e nem sequer se tenha dignado a responder às ditas potenciais fontes.

Parece ser já hábito fazer acompanhar o surgimento de novas ou diferentes identidades sexuais, relacionais ou íntimas, de um discurso “especialista” que as desqualifica de forma aparentemente auto-evidente, em artigos onde se conclui aquilo que já se sabia à partida – e portanto onde nada se aprende, nada se debate; onde a função jornalística está totalmente ausente.



Exigimos mais e melhor trabalho jornalístico. Exigimos seriedade e profissionalismo.