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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Referência a poliamor na TVI

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Referência a poliamor a partir da união de três homens:
http://www.tvi.iol.pt/videosmaisvistos/poliamor-ou-quando-tres-homens-se-casam/5942811c0cf2104a4a325e4f

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Activismo brasileiro

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A notícia já tem uns dias, mas está a chegar à imprensa portuguesa agora: uma família poliamorosa foi fazer-se reconhecer em notário, no Brasil!

No entanto, não deixa de ser interessante que a imprensa portuguesa não vá falar directamente com as pessoas envolvidas, que troque relação poliamorosa por "relação polígama", entre outras imprecisões... como falar de "casamento".


TVI 24

Público

domingo, 8 de abril de 2012

Poliamor nos media - entre Portugal e Brasil

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Os últimos tempos têm sido muito poly-carregados nos meios de comunicação...

Já aqui se falou das intervenções (duas!) do Quintino Aires na Antena 3 aqui e aqui. Essas foram, se calhar, para esquecer.

Mas no fim do mês passado saiu um artigo no jornal brasileiro O Tempo, que falava de poliamor, e onde até o Daniel Cardoso foi entrevistado.

Por terras portuguesas, desta vez foi a Revista Domingo, suplemento do Correio da Manhã, a falar de Poliamor. Podem ler o artigo aqui em baixo, comentar, partilhar...

Actualização: Está agora também disponível uma versão online do artigo, aqui.


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Poliamor na Happy Woman de Dezembro

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Pois é, desta vez através de uma entrevista à psicanalista Regina Lins, do Brasil, o poliamor volta a aparecer na imprensa portuguesa. Leia o artigo abaixo.


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Diálogo sobre Poder e Ética

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Finalmente, depois de uns quantos atrasos, está cá fora, e disponível para leitura, uma conversa que teve lugar entre o Pepper Mint e eu, sobre poder, ética, poliamor e teoria queer.

O Pepper Mint é um autor e activista poly/BDSM famoso, de São Francisco (EUA), que teve, entre outras coisas, um artigo publicado no Understanding Non-Monogamies.

LINK (em inglês)

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Poliamor e amor(es)

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Ultimamente tenho passado algum tempo (não necessariamente agradável) de volta de um dos novos formatos de grupos no Facebook, dedicado precisamente ao poliamor - e que, por estar em inglês, atrai muito mais pessoas, ganha âmbito internacional. E realmente gostei pouco de várias coisas que por lá vi.

Nomeadamente - e, de novo, isto parece assombrar a história do poliamor desde o princípio - a relação entre poliamor e sexo continua tão espinhosa como sempre. Vários são os comentários que pretendem vir trazer às outras pessoas "a verdade sobre o poliamor". Que verdade é essa? A verdade é que o poliamor tem que ver com o amor, com sentimentos, e não tem nada que ver com sexo. Ou seja, a dinâmica do poliamor - para estas pessoas - tem que ver (de forma aplicável a todas as pessoas) com a criação de relações emocionais a longo-prazo, em detrimento de relações emocionais de curto prazo, de relações principalmente sexuais, etc etc. Ou seja, no fundo, uma visão exclusionista do que se pode fazer dentro do conceito. Claro que, a seguir, vem o discurso de "ah, sim, isso é tudo perfeitamente aceitável, mas não é poliamor" - uma forma mais disfarçada de dizer "pois, façam lá o que quiserem, mas não aqui ao pé de nós".

Daí aquele típico discurso que insiste no que separa poliamor de swing, poliamor de X, de Y, de Z...

Uma das fundamentações é a presença do "-amore" latino que, supostamente, vem provar a predominância do amor - aquele amor que afinal de contas acaba a ser o amor romântico, ainda e sempre visto como intemporal, imutável e invariante. Só que a tradição latina vai buscar aos gregos uma curiosidade interessante: existem, na prática, vários tipos de amor, e a palavra "amore" acaba por ser, no fundo, um termo generalista que só com óculos anti-linguísticos é que vai apontar direitinho (que conveniente!) para o significado romântico, típico, normativo, de amor.

Só para terminar, fica um desafio: se fosse a questão do amor (típico, romântico) a definir em absoluto o poliamor, então onde ficava uma pessoa que tem, ao mesmo tempo, relações românticas de longa duração, e de curta duração, e relações sexuais de longa e curta duração, e relações que nem sequer se encaixam nestas descrições? Pois. Não há exclusão que opere sem simplificação...

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Casar ou não casar

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Tendo em conta que hoje ninguém se cala com o raio do casamento "real", vamos então falar de casamento...

«As mulheres e os homens não se deviam casar, porque o amor é como as estações - vai e vem.»
- Yang Erche Namu
Agora vocês estão a perguntar-se quem diabos é Yang Erche Namu ou, até, se Yang Erche Namu é do sexo masculino, feminino, ou outra coisa qualquer... Será um/@ filósofx?

Pois, lamento desapontar, mas não. Yang Erche Namu é uma mulher da tribo Mosuo. Quem seguir o link verá que os seus conceitos de relações são bastante diferentes. Nesta tribo, os homens são convidados pelas mulheres a passar uns momentos (ou umas noites, mas normalmente sem ficarem lá a dormir) com elas. Eles não têm uma palavra para casamento, usam a expressão sese, que pode ser traduzida por "andar" ou "em andamento"; também não têm palavra para "marido" ou "esposa" - usam azhu, que significa "amigx".

Isto não quer dizer que eles têm um arranjo social melhor ou pior do que o nosso. Quer apenas dizer que, sim, existem diferentes formas de viver. Existem sociedades matriarcais, existem sociedades onde o amor não se vive da mesma forma, existem sociedades onde as relações não têm os elementos de pompa e circunstância a que aqui nos habituamos e que transformamos em verdadeiro fetish. Uma coisa é certa: no meio de toda esta exuberância ridícula e desprezível, sem dúvida que a ligeireza e simplicidade dos Mosuo se torna ainda mais interessante para mim.



De onde tirei eu isto tudo? Do fantástico Sex at Dawn, que aconselho toda a gente a ler. Se acharam que o Mito da Monogamia era bom, este consegue ser bem melhor ainda.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

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Exibicao do documentário "Vacations in Slutglen".

15.04.2011 (15h) Lisboa.
Sala de Video da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Org: Letras fora do Armário.





“unnatural women need rest and to spend time with other sluts, away from the heteronormativity, exchanging experiences, discussing utopias or developing a new relationship culture.”

Passagem do documentário sobre um acampamento de verão na Alemanha para feministas poliamorosas.

Vamos poder contar com a presença de um dos realizadores!

Infelizmente por faltar a confirmação da autorização da direcção da faculdade o evento pode vir a ser adiado. Se assim for o evento será actualizado nesse sentido.

Duração do filme: cerca de 20 min

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Pelo direito a crescer sem «bulência»

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Na semana passada, voltou a falar-se de um tema que recorrentemente tem feito notícia: a violência escolar, ou bullying, como quase sempre é denominada na imprensa portuguesa, que não tem a flexibilidade linguística dos franceses e nao é capaz de inventar uma palavra nova quando faz falta.

A «bulência», chamemos-lhe assim, foi tema do Projecto de Lei 495/XI, que acabou por ser rejeitado em plenário no passado dia 21 de Janeiro. Não cheguei a ler o projecto de lei mas ficou-me na memória a frase de bullying parlamentar que o deputado Sérgio Sousa Pinto proferiu a esse respeito: «faz tanta falta às escolas e ao ordenamento jurídico como uma gaita num funeral» (não estou a inventar: vídeo aqui).

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Festival de Poliamor

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Este fim-de-semana vou andar por Madrid metida nestas andanças:

Sexta, 10.dez.2010
- Conversa sobre Poliamor
- Projecção do filme "Wilde Side
- Conversa aberta com o grupo PoliamorMadrid
Sábado, 11.dez.2010
- Workshop de Pansexualidade e Poliamor
- Workshop Poli-lúdico: Dinâmicas dentro das relações
- Workshop de Poli-Tango
Domingo, 12.dez.2010
- Workshop Poli-lúdico: Os ciúmes
- Conversa com advogada sobre os aspectos legais relacionados com o Poliamor
- Grande festa de Poliamor

Depois conto como foi...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

já chegou à moderação e ao coaching...

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Viver há tanto tempo fora de Portugal e ter recusado consciente e convictamente deixar de ler jornais portugueses quando o Público decidiu cortar nas despesas e nos revisores (e passar a ter erros piores que os disléxicos erros meus, má fortuna e amores ardentes), ou seja, há bastante tempo, torna-me uma pessoa alienada do que é que se passa. Gosto de acreditar que os contactos que tenho me vão passando não só uma ideia do zeitgeist, mas também um pouco do dia-a-dia em Portugal.

Isto tudo para dizer, que tanto quanto sei, corrijam-me se estiver errada, ainda não chegou a Portugal a onda do acompanhamento psicológico para indivíduos ou casais, o coaching, o aconselhamento. Ou pelo menos ainda não chegou às vidas das pessoas com quem falo e escrevo regularmente. Estes serviços geralmente oferecem várias coisas, desde gestão e moderação de conflitos, passando por treino de soft-skills e coaching, quer para decisões que afectem carreira ou vida privada, até acompanhamento na procura de visões ou objectivos de longo prazo.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Poliamor espiritual *

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Lembrei-me deste filme há uns dias, quando andava a tentar decidir se ia a um evento poly em Inglaterra. Decidi que não. A principal razão foi económica, mas houve outras condicionantes. Para além de actividades auto-organizadas, o evento contará com a intervenção de duas personalidades: Deborah Anapol, autora de um dos mais famosos livros sobre poliamor, e um senhor que não conheço, mas cujo currículo repete as palavras sagrado, magia e tantra. Temas sobre os quais a primeira convidada também já escreveu e falou bastante.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Biologia e confusões

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Ontem, uma pessoa chamou-me a atenção para um artigo na Scientific American, que vale a pena ler. Este aqui.

Quero fazer alguns comentários. Como não podia deixar de ser!



Primeiro, o artigo bem que podia começar pelo quarto parágrafo. Sim, aquele que é suposto ser "uma tangente" ao tema em questão. Há uma boa quantidade de discurso poliamoroso que procura entender o "porquê" de se ser poly olhando para a não-monogamia dos animais, como forma de justificar a não-monogamia humana. Não vejo o interesse. O mesmo é feito com a homossexualidade, de resto. Não vejo o interesse.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

evento poly auto-organizado: opencon

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A 3-day event in the English countryside for everyone who knows that happy and honest relationships don't have to be monogamous. OpenCon combines discussions, workshops and socialising to give you a chance to meet like-minded people, to build our community and to celebrate its diversity.

Para quem me tem perguntado "O que é um evento auto-organizado", gostei bastante desta explicação (em http://www.studio63.org.uk/opencon/plan.php):

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Digest: o que ando a aprontar (to be continued)

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Resolvi lentamente voltar às lides organizativas. Fiz cerca de dois anos de pausa. Após a co-organização da marcha do orgulho no Porto, e de muitos encontros poly em Portugal e na Alemanha, e muita outra tralha mais, precisei, por motivos de saúde, de uma pausa. Agora lentamente começo a esticar os músculos organizativos e apetece-me começar a meter o bedelho nisto e naquilo.

Comecei-me a interessar, via "a minha vida poly", por constelações familiares alternativas, e pela co-educação. E a partir de certo ponto, desvinculei o tema poly do tema da co-educação e comecei a interessar-me por constelações alternativas em volta ou dirigidas à "gente miúda", ou em que isto seja priorizado em relação às relações entre a "gente graúda" (aka "adultos").

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Só eu sei porque fico em casa

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Berlim não tem um CSD (Marcha do Orgulho) mas até tem dois. Ontem foi o "grande", com 10.000 pessoas e com o tema "Normal é outra coisa". O "pequeno", alternativo, e mais centrado em temas mal amados como identidades trans ou minorias migrantes e/ou étnicas dentro da comunidade LGBT, é daqui a uma semana (http://transgenialercsd.wordpress.com).

Não há amor a camisola nenhuma que me tirasse ontem de casa. Não saio à rua para festejar nem manifestar-me pelo casamento gay, ou por temas de luxo para uma camada gay que não é queer e que passa a ferro problemas bastante prementes. Só eu sei porque fico em casa.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

"e as crianças, senhor?": Campo "quem vive com quem"

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Mais um evento que não é directamente poly mas bastante poly relevante.
Trata-se do acampamento "Quem vive com quem" (Who lives with who, why and how), que trata simplesmente de abordar os temas e definições acerca de família e vida privada, nunca esquecendo que por muito privada que seja, não deixa de ser prementemente político. Nomeadamente, quando se toca no tema "crianças", mesmo em sectores revolucionários, geralmente vem associado todos os termos habituais como "família nuclear", "pais", "família de referencia" e outras soluções ou constelações são geralmente consciente ou inconscientemente ignoradas.

Para quem pensa noutras constelações, ou já passou do pensamento à prática, este é um sitio para partilha de experiências e conspiração de utopias. Possíveis, claro.

25.07-01.08.2010, perto de Berlim.

http://werlebtmitwem.blogsport.de/camp-2010/english/

sábado, 22 de maio de 2010

...mas não quero casar

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Na semana passada andei pelo festival HBT de Gotemburgo - a semana LGBT, com parada no último dia. E quero contar coisas que me pareceram muito bem feitas. Houve vários dias em que ocorreu a lgbt-university com debates e discussões, muito bem organizadas, em sessões paralelas. Pude assistir ao debate "När två er for få", " When two are too few", "Quando dois são poucos". Um debate vivo, não de oposição, com perguntas do moderador e respostas imediatas do painel (sem lições), e um bom trabalho entre polys, RA (relationship anarchists) e sex educators. Também fui a um debate sobre "Where is the Q" onde se discutiu a presença do "Queer" no festival... que esteve presente, com bancas DIY.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

documentário: campo de férias poly feminista

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Tenho falado aqui verborreicamente de vários campos de férias poly que tem havido e em particular de um que me é querido, o campos de férias poly feminista Schlampenau ("Vale Galdérias"). Nao é necessário explicar novamente, a quem lê este blog habitualmente, que o estilo de vida poly, mesmo com a sua variedade estonteante, pede muito por networking e troca de ideias, ou simplesmente estar no meio de pessoas a quem não tenhamos de explicar durante três horas o que nós somos e vivemos.



Mais detalhes aqui:
http://laundrylst.blogspot.com/2009/06/summercamp-poly-feminista-ferias-em.html ou http://laundrylst.blogspot.com/2008/04/um-campo-de-frias-para-galdrias.html



A ideia do campo Schlampenau ("Vale galdérias") é proporcionar "descanso e gáudio das co-galdérias participantes, para que estas possam trocar ideias, aprender, ajudar-se, conspirar por um mundo melhor e mais sinceramente descarado, conhecer outras galdérias com modo de vida igualmente desbragado (ou surpreendentemente diferente), ou simplesmente passar férias no meio da floresta."

O campo foi fundado em 2007 e tornou-se um evento anual, bem estabelecido e que veio para ficar.

e agora, saiu um documentário sobre o campo. É um filme curto, de cerca de 18', DIY e no-budget, e prestes a começar a ser distribuído.

"In this DIY, no-budget film, word is given to four participants in Schlampenau and they speak about polyamory, the camp itself, feminism, queer identities and their dreams for the future. The film shows a sense of fight against alienation in a society where being a woman, polyamorous, feminist, queer or transgender is often misunderstood or outright repressed. The camp is revealed as a place of togetherness, freedom, discussion and fun."

Informação sobre o documentário, pode ser encontrada aqui: polygarchutopia.blogspot.com. Divulgacao agradece-se! stay tuned!

terça-feira, 23 de março de 2010

Pouco Portugal, muito português

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Por variadíssimas razões, algumas delas totalmente desconhecidas para mim, este blog tem sofrido uma desertificação sem que, ao menos desta vez, o clima ou o aquecimento global o justifiquem.

Entretanto, no Brasil, não bastava a activista Charô ter construído e manter o site Poliamor Brasil, ainda se pôs (foi ela?) a fazer um outro site intitulado simplesmente Poliamor e agora, desde esta semana, um agregador de todos os blogues em português sobre poliamor. Chama-se Parada Poli e os nossos últimos posts já lá estão.

Um oásis prometedor ou uma miragem para bloguistas moribundos?