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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Referência a poliamor na TVI

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Referência a poliamor a partir da união de três homens:
http://www.tvi.iol.pt/videosmaisvistos/poliamor-ou-quando-tres-homens-se-casam/5942811c0cf2104a4a325e4f

terça-feira, 28 de junho de 2016

Silêncio é comunicação

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zig andrew toxic love

Desde sempre senti a pressão de falar no momento das discussões, a pressão de que mesmo cheia de ansiedade e super nervosa tinha que estar disponível para falar e resolver tudo naquele momento – por ser o correcto ou porque era o correcto para a outra pessoa. Passei por várias situações quando comecei a pedir uns minutos ou umas horas. Agarrarem-me. Chorarem. Ameaçarem a própria vida. Gritarem. Fecharem-me num espaço ou irem atrás de mim. Muitas vezes essas situações influenciaram a minha decisão - não tinha tempo para pensar no que era melhor para mim. Não tinha tempo para respirar. Aprendi com todas elas a impor-me. A exigir o meu tempo. A dizer que não queria conversar já. A explicar que só ia conversar quando me sentisse capaz – um dia, uma semana ou um mês, não sei.  

Digo imensas vezes que a comunicação é essencial – comunicar não é apenas conversar, temos que saber avaliar todos os tipos de comunicação. Por tantas vezes falar sobre a importância da comunicação e existirem momentos em que a minha saúde mental não permite conversar acabam por me atribuir o adjectivo de hipócrita. Sei lá. É isso que me traz aqui a escrever: comunicação não é nem nunca vai ser exigirem de alguém que fale quando querem ou vos apetece. Se partilham uma relação independentemente do tipo de relação parece-me óbvio que se queira conhecer e compreender a outra pessoa. Parece-me óbvio que se queira respeitar alguém que diz: agora não consigo falar. Isso é comunicação. Eu não estou bem para falar agora. - é comunicação. Comunicação não é sugar a energia de alguém; não é roubar o espaço individual. Comunicação não é quando alguém quer gritar, discutir ou mesmo apenas falar e a outra pessoa não quer ou não pode.  

Existe uma diferença enorme entre fazermos o bem com a consciência do nosso Eu e a consciência de que lidamos com outra pessoa; e fazermos o bem para ficarmos com a nossa consciência tranquila, mas acharmos que é porque estamos a ser bons samaritanos. Esta última é de uma gigante arrogância. As pessoas passam a vida inteira preocupadas sobre as suas acções não por lidarem com outras pessoas mas porque querem viver em paz. Enquanto isso acontecer, enquanto acontecer magoarmos alguém de forma consciente para nosso próprio divertimento ou para a libertação da nossa raiva, não existe amor que vença. Nenhum tipo de amor. O fim de uma relação, o meio de uma relação ou uma nunca relação não são motivos para humilhar alguém, para colocar outra pessoa numa situação de gozo ou raiva. Não. Lamentavelmente existe pouca inteligência emocional que permita entender que ninguém é obrigado a corresponder às exigências e caprichos de outra pessoa. 

Não foi fácil para mim chegar a um ponto da minha vida em que digo: não, não vou falar agora. Não foi fácil para mim chegar a um ponto da minha vida em que prefiro terminar uma relação que me está a retirar energia pessoal do que viver com a minha saúde mental no chão. Não é fácil para ninguém tomar decisões que envolvem outras pessoas e mil e um sentimentos mas foda-se, tem que ser. Não respeitar o espaço, o não, o tempo e sobretudo as fragilidades emocionais e mentais de alguém, é tóxico. Usar argumentos para sair de uma relação de cabeça erguida e ver x outro mal é tóxico. Somos Pessoas e quero imaginar que pessoas adultas – quando as coisas não funcionam, quando se precisa de tempo e de espaço devemos saber ouvir. Respeitar. Devemos aceitar que é alguém a pedir-nos uma coisa importante.  

"E onde fica o bem estar da pessoa que quer falar?" - Estou honestamente cansada de me tentarem culpabilizar de todas as formas possíveis. Quando digo que se não quero falar então não falo, não estou a dizer que nunca quis falar. Que nunca falei. Que nunca comuniquei. Que nunca resolvi problemas com outras Pessoas. Estou a dizer que naquele momento, naquela situação, naquela fase da minha vida e da minha saúde: não é não. Se a pessoa precisar de falar, precisar de discutir, precisar de libertar – desculpem mas não vai ser comigo. Não vai ser comigo porque eu não quero ter uma crise horrível; porque eu não quero ir tomar uma caixa de comprimidos; porque eu não quero não ter forças para decidir o que me faz sentido. Tem que existir egoísmo individual a partir do momento em que vemos que a outra pessoa não está a respeitar as nossas particularidades e sobretudo o tempo que necessitamos para resolver alguma coisa 

Não sou eu que sou complicada e não és tu que estás a ler isto e te identificas com o que digo que és complicada. Isso eu posso prometer. Nós somos o que somos, como somos - temos um background, uma personalidade e vontades diferentes. Eu gosto do meu espaço e da minha privacidade muito mais do que a partilha de afectos. Prefiro um abraço de vez em quando, um beijo antes de dormir do que uma tarde a agarrarem-me ou cheia de beijinhos - e não faz mal. Ufa. Demorei tanto tempo para perceber que não faz mal. A única coisa que faz mal em relações é não existir respeito pelas vontades individuais. Sou apologista do meio termo e da procura por todas as pessoas envolvidas por uma solução para a felicidade de todes. Mas nem sempre vai existir: não faz mal. O mundo é um sítio cheio de possibilidades e só devemos fazer parte daquelas que nos preenchem. Nos aumentam. 

Os relacionamentos deviam viver da consciência de que cada pessoa envolvida é uma pessoa individual. Os relacionamentos deviam viver do respeito pelo silêncio - sendo que este também é comunicar mais não seja comunicar as necessidades pessoais que são sempre legitimas. 

terça-feira, 12 de abril de 2016

Entrevista sobre poliamor na Rádio Aurora - A outra voz

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Daniel Cardoso participou numa entrevista sobre poliamor na Rádio Aurora, uma rádio dinamizada por residentes do Hospital Júlio de Matos.



Ficam aqui as duas partes!



sábado, 17 de outubro de 2015

Tertúlia "(re)pensar a sigla"

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A tertúlia "(re)pensar a sigla", organizada pelo grupo NOVA Equality, teve lugar a 16/10/2015. Inês Rôlo esteve em representação do PolyPortugal.

Podem ouvir a sua intervenção inicial aqui!


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Reportagem sobre Poliamor na Revista Tabu

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A peça "Nós temos 7 amores. História de uma família poliamorosa" saiu no dia 16/10/2015 na revista Tabu, que vem com o Semanário Sol. Leiam aqui em baixo e partilhem!

sexta-feira, 5 de junho de 2015

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Tertúlia sobre Poliamor promovida pela ILGA - a gravação

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Cerca de duas horas e meia de tertúlia gravadas para todxs poderem ouvir, mesmo quem não esteve lá fisicamente!



Partilhem, divulguem e ouçam... sem esquecer de comentar, claro!

O PolyPortugal deseja agradecer à ILGA Portugal o convite feito e o espaço disponibilizado para uma conversa que mobilizou muita gente.


domingo, 19 de abril de 2015

Tertúlia sobre Poliamor no Centro LGBT

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O PolyPortugal vai estar presente em mais uma tertúlia sobre Poliamor, desta vez a convite da ILGA Portugal, já no próximo dia 23 de Abril às 19h30, no Centro LGBT em Lisboa.

Vem conversar connosco sobre como se ama no plural e pensar nas ligações entre poliamor e orientação sexual.

Com a participação de duas pessoas do PolyPortugal: Fátima Marques, terapeuta psico-corporal e promotora do projecto "Saúde para todos", e Inês Rôlo, poliamorosa e activista poly e LGBTQIA.


segunda-feira, 2 de março de 2015

Registo da Tertúlia promovida pela JS-Amadora

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O PolyPortugal esteve representado na tertúlia organizada pela JS Amadora, no passado dia 28 de Fevereiro, através do Daniel Cardoso. O interesse foi tanto, por parte da audiência e de tod@s @s participantes, que a tertúlia acabou a estender-se por cerca de quatro - produtivas! - horas. Da Psicologia à Antropologia, passando pelo Direito e pelas experiências pessoais e investigação, o poliamor foi debatido e comentado de uma forma profundamente política.




Ouçam também a gravação aqui ou aqui em baixo!



sábado, 21 de fevereiro de 2015

JS Amadora à conversa sobre... Poliamor

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A Juventude Socialista Amadora convidou o PolyPortugal a co-dinamizar uma tertúlia sobre poliamor, junto com profissionais de várias áreas. E vai ser já no próximo sábado, dia 28 de Fevereiro, pelas 15:30. Acedam ao evento no Facebook AQUI para terem mais informações.


terça-feira, 25 de novembro de 2014

"Tanto Para Conversar" e Poliamor

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No dia 24/11/2014, passou na RTP2 um episódio do programa "Tanto Para Conversar" que juntou Júlio Machado Vaz e Gabriela Moita, dois dos maiores nomes da sexologia em Portugal, e Daniel Cardoso, do PolyPortugal, a conversar sobre poliamor e não-monogamias consensuais.

Vejam o vídeo aqui, comentem e divulguem!

domingo, 23 de novembro de 2014

Tertúlia sobre poliamor na Mouraria já online!

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A quem não pôde estar ontem na Mouraria, a assistir e participar na tertúlia sobre poliamor, fica aqui o registo áudio!



Todos os comentários são bem-vindos!


O link para o ficheiro áudio está aqui, basta fazer click direito e 'Guardar como...'

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Tertúlia pública sobre poliamor em Lisboa

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Pois é, no próximo dia 22 de Novembro, a convite da Associação Cultural Dinamiza Mouraria, duas pessoas do PolyPortugal vão estar em mais um evento das Tardes Comunitárias Mouraria!

O evento vai começar às 16:00, e será no Largo do Terreirinho.

Mais informações através do evento do Facebook, que também pode usar para espalhar a novidade e convidar mais pessoas!

Apareçam!

terça-feira, 14 de outubro de 2014

"Esquadrão do Amor" fala sobre Poliamor, no Canal Q

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Nesta passada segunda-feira, a Fátima Marques, do PolyPortugal, esteve a participar no programa "Esquadrão do Amor", do Canal Q, a explicar e falar sobre poliamor!

Vejam o clip de promoção aqui.


Fica aqui também uma secção do programa sobre o tema, com cerca de seis minutos. Assistam e digam-nos o que pensam!

sábado, 11 de outubro de 2014

"Poliamor" reconhecida como palavra oficial

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Pois é, 2014 é o ano em que a palavra "poliamor" deu entrada em vários dicionários online de prestígio.

O Dicionário Priberam define "poliamor" como sendo
Relacionamento de cariz romântico e sexual que se estabelece simultaneamente entre vários parceiros, com conhecimento e consentimento de todos os envolvidos (ex.: o poliamor não deve ser confundido com a poligamia).
Contempla também o adjectivo "poliamoroso".


Descobrimos esta entrada, muito recente, porque a Infopédia fez de "poliamor" a sua palavra do dia!





Como imaginam, é um marco simbólico que ficará para a história do activismo em favor do poliamor e das não-monogamias consensuais em Portugal - quantas vezes já ouvimos que, se não está no dicionário, então é porque não existe! Este é o reconhecimento oficial de que a Língua é algo vivo, que muda e acompanha as vidas das pessoas; que o reconhecimento público e o trazer para o espaço político a visibilidade para as alternativas para além da mono-normatividade tem, de facto, impacto!


Parabéns a todas as pessoas que contribuíram para isto, parabéns a todas as pessoas que, a partir de agora, poderão simplesmente ir ao dicionário ver o que é o poliamor.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Carta Aberta à ERC, Ordem dos Médicos, Associação CASA e canal MVM

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SUBSCREVA ESTA CARTA ABERTA SEGUINDO ESTE LINK.


Considerando...
Que Manuel Damas se apresentou, no passado dia 16/07/2014, no seu programa “Sexualidades, Afectos e Máscaras”, nº. 31, transmitido no canal MVM, das 21:30 às 22:30, enquanto médico e enquanto sexólogo e que, a partir dessa posição, o mesmo fez afirmações que a) não apresentam sustentação científica ou são contra o state of the art científico que lhes diz respeito, b) são redutoras e patologizantes de uma minoria, aproximando-se do discurso de ódio, c) envolveram o apelo à auto-mutilação e, potencialmente, ao suicídio, contra os códigos deontológicos vigentes, tanto médico como para a Comunicação Social; apresentamos abaixo uma descrição detalhada dos eventos perante os quais vimos apresentar queixa pública:
  • Afirmou, à revelia do Manual para os Mídia sobre Prevenção do Suicídio publicado pela Organização Mundial de Saúde, à revelia do Código Deontológico da Ordem dos Médicos Portuguesa (no seu artigo 57º), e à revelia do Protocolo de Cooperação celebrado no presente mês entre a Entidade Reguladora para a Comunicação Social e o Plano Nacional para a Saúde Mental, Manuel Damas apresentou como alternativa a estar numa relação poliamorosa, “vamos cortar os pulsos, como nos filmes [...], cortar na longitudinal”, acompanhando esta afirmação de mimética de auto-mutilação e tentativa de suicídio;
  • Afirmou que o poliamor é um caso de “prostituição emocional” e que se trata de “prostituir os afectos”, empregando assim termos relativos ao trabalho sexual como insulto ou comparação pejorativa, que vão contra o trabalho feito na área do trabalho sexual realizado pela Associação CASA, da qual é Presidente da Direcção;
  • Afirmou, contra a investigação de ponta feita na área, que é impossível amar mais do que uma pessoa ao mesmo tempo;
  • Afirmou que as relações poliamorosas se baseiam todas, inevitavelmente, na exploração psico-emocional de pessoas com problemas clínicos de auto-estima e de dependência afectiva;
  • Afirmou que as relações poliamorosas são comparáveis a seitas religiosas radicais norte-americanas;
  • Afirmou que o facto de o número de poliamorosos auto-identificados ser relativamente pequeno (sendo que o número apresentado não corresponde sequer à realidade) era algo importante “para a estabilidade interna da população portuguesa”, já que o poliamor “faz mal à população”;
  • Afirmou que as pessoas poliamorosas são, pelo mero facto de estarem em relações poliamorosas, criminosas;
  • Afirmou que pessoas do sexo e género feminino que estejam em relações poliamorosas são “servas”, fazem parte de um “harém”, e que o facto de nelas estarem levanta dúvidas sobre se estão “no perfeito juízo e na posse das capacidades de análise”;
  • Afirmou que “a poligamia é mais decente” ao mesmo tempo que se afirmou um “verdadeiro defensor da igualdade de género”;
  • Afirmou que “não contribui para este peditório”, referindo-se a considerar, profissionalmente, o poliamor como algo válido e passível de fornecer experiências tão saudáveis quanto uma relação monogâmica, mas foi Padrinho da Marcha do Orgulho LGBT do Porto de 2009 (em que o grupo PolyPortugal fez parte da Comissão Organizadora), cujo Manifesto aborda explicitamente a existência de “relacionamentos amorosos responsáveis entre mais de duas pessoas”, demonstrando assim que ele já esteve, noutra ocasião, em movimentos que apoiam relações poliamorosas;

Vimos por este meio...
Exigir que as várias instituições directa ou indirectamente envolvidas na ocorrência ajam de acordo com os seus princípios e, acima disso, com o que se encontra legalmente e deontologicamente estipulado a nível nacional e internacional.
Para esse fim, vimos por este meio formalmente apresentar queixa e requerer:
  • Que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social averigue as ocorrências relatadas, intervindo em conformidade com as suas próprias directivas junto do canal MVM;
  • Que a Ordem dos Médicos averigue as ocorrências relatadas, intervindo em conformidade com as suas próprias directivas, junto do seu membro, Manuel Damas;
  • Que a Associação CASA, envolvida na produção do dito programa, se posicione publicamente face ao sucedido;
  • Que a Associação CASA, face ao exposto acima, apresente um pedido público de desculpas aos vários grupos e colectivos afectados;
  • Que a Associação CASA afaste o seu Presidente da Direcção, Manuel Damas, por crassa violação dos objectivos da mesma Associação, nomeadamente da “Universalidade do Direito à Felicidade” e da “vivência em plenitude dos Afectos, sem tabus nem estereótipos”;
  • Que o canal MVM, face ao exposto acima, apresente um pedido público de desculpas aos vários grupos e colectivos afectados;
  • Que o canal MVM garanta aos vários grupos e colectivos afectados, nomeadamente mas não limitado ao grupo PolyPortugal, o exercício do Direito de Resposta, tal como se encontra previsto na Lei de Imprensa;
  • Que o canal MVM se comprometa a emitir em condições semelhantes uma entrevista ou série de entrevistas a profissionais com a devida qualificação para apresentar diferentes visões, cientificamente fundamentadas, do tema.

As organizações signatárias
PolyPortugal
Poliamor - BA (Bahia - Brasil)
PortugalGay.pt
PortoGay
AEESMAE

SUBSCREVA ESTA CARTA ABERTA SEGUINDO ESTE LINK.

domingo, 22 de junho de 2014

PolyPortugal na 15ª Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa

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O grupo PolyPortugal, enquanto parte da Comissão Organizadora da Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa, discursou no fim da Marcha. Fica aqui o discurso, para ser partilhado!


sábado, 14 de junho de 2014

segunda-feira, 19 de maio de 2014

O rescaldo da reportagem sobre poliamor na SIC/Expresso

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O Expresso Diário publicou um artigo, disponível a quem tem conta no Expresso ou outros sites do grupo Impresa, sobre os efeitos sentidos pelas pessoas que participaram na reportagem da SIC/Expresso postada em Abril.



Leiam aqui o artigo depois de fazerem o login: "Houve pessoas que preferiram usar o ódio para comentar uma peça sobre amor".

domingo, 20 de abril de 2014

Poliamor no Podcast das Bichas Cobardes

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O novo episódio da rádio das Bichas Cobardes abordou o tema do poliamor numa conversa com Inês Rôlo, do PolyPortugal. A conversa andou em torno dos problemas e desafios ligados à visibilidade poliamorosa, ao cruzamento com o feminismo e também as consequências da reportagem SIC/Expresso sobre poliamor.